terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Dia internacional da Luta contra AIDS - matéria de 01/12/2009




No meio da década de 80, surge uma doença arrasadora e parecia que vinha com a função de limpar tudo o que era "imoral". Somente os promíscuos seriam contaminados. Grande mentira! Passados mais de 25 anos hoje convivemos com a AIDS. Não temos, ainda, a cura, mas a vida dos soro-positivos é infinitamente melhor.
Desde 1987 celebra-se a luta contra AIDS, mundialmente. A PREVENÇÃO é a única forma de nos proteger!
Escolhi dois filmes relacionados com o tema. O primeiro, o magnífico "Philadelfia", lançado em 1993, portanto no "auge" da doença, com todos os preconceitos e medos típicos daquilo que não é conhecido. Dizer que Tom Hanks foi brilhante é usar de pleonasmo!


Ano: 1993
Direção: Jonathan Demme
Roteiro: Ron Nyswaner
Gênero: Drama
Origem: Estados Unidos
Duração: 125 minutos
Elenco: Tom Hanks, Denzel Washington, Jason Robards,
Mary Steenburgen, Antonio Bandeiras, Joanne Woodward,
Robert Ridgely, Charlies Napier.



O segundo filme não tem a AIDS como ponto central, aliás, a doença é só um tempero para o drama não menos interessante e profundo de "As Horas", que trata de três mulheres que tem em comum em suas vidas um livro de Virginia Woolf - vale a pena pelo elenco primoroso, pelo enredo instigante e, é claro, pela atuação impecável de Ed Harris (que faz o amigo aidético).

Título Original: The Hours
Ano: 2003
Direção: Stephen Daldry
Origem: Estados Unidos
Gênero: Drama
Duração: 114 min
Roteiro: David Hare
Elenco: Nicole Kidman; Julianne Moore; Meryl Streep;
Ed Harris; John C. Relly; Jeff Daniels; Claire Danes; Toni Collette

Nós estamos no mundo! - matéria de novembro de 2009


Estava me inteirando das notícias em vários sites quando, no site da UOL, na Veja on line, na coluna de Denis Russo Burgierman uma matéria sobre a revista The Economist que, na semana passada, coloca o Brasil na capa! Com a seguinte manchete "Brazil takes off" (O Brasil decola).
O enfoque da coluna de Denis é a descriminalização das drogas no nosso país. Ele observa como somos antagônicos em alguns aspectos do tipo: o presidente do país tem a popularidade em torno de 80% enquanto que a candidata dele à presidência não deslancha; como o país do carnaval fica histérico por causa de uma mini-saia (caso Uniban).
Para os dominam a língua inglesa, vale a pena procurar sobre o assunto. O enfoque da The Economist é bastante positivo! É muito gratificante saber que estão falando bem do Brasil!

Matéria do Blog SINCO Pautas


No semestre passado, na disciplina Jornalismo Digital I, foi criado um blog chamado SINCOPAUTAS (referência à semana integrada de Comunicação da UNIBAHIA). Vou postar as matérias feitas por mim e fica dica, quem quiser, visite o blog, tem muita matéria legal!

A Queda do muro de Berlim

Nesse ano (2009) comemoram-se os 20 anos da queda do muro de Berlim. Para os que não eram nascidos, ou aqueles que eram muito pequenos e não vivenciaram esse fato histórico, elencarei alguns pontos.
O muro, que começou a ser construído em 13 de agosto de 1961, não respeitou casas, prédios ou ruas. Policiais e soldados da Alemanha Oriental impediam e até mesmo matavam quem tentasse ultrapassá-lo. Muitas famílias foram separadas da noite para o dia. O muro chegou a ser reforçado por quatro vezes. Possuía cercas elétricas e valas para dificultar a passagem. Havia cerca de 300 torres de vigilância com soldados preparados para atirar.
Ele representou durante 28 anos a divisão não apenas entre a Alemanha Ocidental e Oriental. O muro simbolizava a divisão do mundo em Capitalista e Socialista, era, portanto, a representação da Guerra Fria, a queda de braços entre Estados Unidos e a União Soviética.
As imagens daquele nove de novembro de 1989, que ainda guardo na memória, eram de soldados e de civis, juntos, comemorando em cima ou próximo do muro, com pedaços dele nas mãos. Imagens emocionantes, de um povo tão marcado por acontecimentos tristes, como o Nazismo e, consequente, Segunda Guerra Mundial, mas que têm uma incrível força para dar a volta por cima e se erguer, mesmo quando todos os prognósticos apontam o contrário.
Para os que quiserem entender um pouco mais do assunto, de uma maneira leve, indico o filme “Adeus Lenin!” que retrata uma família alemã que tem a mãe em coma durante a queda do muro e acorda oito meses depois com problemas cardíacos e não pode receber notícias que a deixem emocionada.



Adeus, Lenin!
(Good Bye, Lenin!)
Ano de lançamento ( Alemanha ) : 2003
Direção: Wolfganger Becker
Duração: 01 h 58 min